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10 Out 2009

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7 Out 2009

TGV: um transporte para o desenvolvimento sustentável?

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Debate no Clube Literário do Porto, no próximo dia 9 de Outubro (21h30)

Com a globalização, as redes de transporte, tanto de aviação como de alta velocidade terrestre representam processos de contracção espaço-tempo, constituindo para nós modelos não só de coesão social e económica, como também uma forma de avançar até um desenvolvimento sustentável.

No entanto, diferentes especialistas manifestam opiniões contrárias referindo os impactos ambientais (efeitos barreira, mudanças paisagísticas, impactos acústicos) e que as suas incidências nas transformações sociais e territoriais vão mais além da imagem benéfica e inovadora difundidas por alguns grupos políticos e económicos.

Acentuada pela campanha eleitoral, a discussão tem assumido lugar de destaque nos media, citando afirmações tão díspares quanto: “TGV é sinónimo de coesão”, “TGV é um erro financeiro”, “O TGV é uma medida de combate à crise”.

Esta sexta-feira, dia 9, pelas 21h30, o Clube Literário do Porto promove o debate: “TGV: transporte para um desenvolvimento sustentável?”, que terá como convidados David Ramos Pérez, professor e director do Departamento de Geografia na Universidade de Salamanca, Alexandre Ferreira, arquitecto e representante da Rede Norte e da Associação de Cidadão do Porto. Daniel Deusdado, o director e apresentador do programa Radar de Negócios da RPTN, será o moderador.

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Clube Literário do Porto

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4050-430 Porto
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Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
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2 Out 2009

Movimentações Aeroportuárias na Galiza

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A Xunta de Galicia apoiará a Fomento para crear “un gran aeroporto galego” con “tres terminais”

Publicado em “A Peneira Dixital” em 25/9/2009

O presidente da Xunta de Galicia, Alberto Núñez Feijóo, confirmou que a Administración autonómica está disposta a “colaborar” co Ministerio de Fomento, que dirixe o lucense José Blanco, para crear “un único sistema aeroportuario” na Comunidade con tres terminais, na Coruña, Santiago e Vigo, porque iso “é o que pide a inmensa maioría dos galegos”.

“É unha proposta que compartimos”, dixo Núñez Feijóo, que tamén recoñeceu que “o Ministerio de Fomento, por fin, está exercendo as súas competencias e espero que as exerza ata o final, porque vai ter o apoio da Xunta de Galicia”.

Na mesma liña, reiterou que o departamento do ministro José Blanco “ten competencias exclusivas sobre os aeroportos galegos e, polo tanto, é ao que lle corresponde dirixir e liderar a agrupación nun único aeroporto, con tres terminais en Galicia”.

De feito, Núñez Feijóo confirmou que a Xunta aspira á creación “dun gran aeroporto galego, que potencie as tres terminais”. Trátase, ao seu xuízo, de “agrupar e sumar para facer unha Galicia única e non de dividir e restar para facer galicias pequenas”.

O xefe do Executivo galego fixo estas declaracións na roda de prensa posterior ao Consello da Xunta de Galicia, que se celebrou de forma extraordinaria, e por primeira vez, en Lugo.

25 Set 2009

Galiza abre guerra ao Aeroporto Sá Carneiro

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Publicado em 25-09-2009 no Grande Porto

“Enterrar orgulhos localistas para derrubar o terminal de Sá Carneiro. A feroz ameaça do Porto gerou a reacção do Governo central que, em tempo recorde, pôs toda a carne no assador para vencer a pujante base do país vizinho”. Assim principia um artigo do jornal El Correo Gallego sobre a ‘ofensiva’ espanhola em preparação para pôr fim à posição cimeira do aeroporto do Porto no espaço aéreo do noroeste peninsular.

No dia 18 de Setembro, a Secretária de Estado dos Transportes espanhola, Concepción Gutiérrez, presidiu em Santiago de Compostela à primeira reunião para a criar do Comité de Desenvolvimento de Rotas Aéreas da Galiza.

A criação deste instrumento foi anunciada dois dias antes pelo ministro do Fomento, José Blanco, no sentido de “dotar a Galiza de uma ferramenta eficaz para impulsionar o tráfego aéreo nos seus aeroportos, promover a criação de emprego e ajudar ao desenvolvimento da actividade económica nesta comunidade autónoma”, salienta uma nota de imprensa da AENA – Aeroportos Espanhóis e Navegação Aérea.

Através da união de esforços das várias administrações (central, autonómica e local), bem como de outras instituições, pretende-se “estabelecer e consolidar novas rotas aéreas” na Galiza. Atestando a importância dada ao sucesso desta estratégia conjunta, estão representações ao mais alto nível, desde elementos do Ministério do Fomento, Junta da Galiza, Câmaras Municipais da Corunha, Santiago e Vigo e organizações empresariais.

Num comunicado enviado ao GRANDE PORTO pelo departamento do Meio Ambiente, Território e Infra-Estruturas da Junta da Galiza, acredita-se que a gestão coordenada dos três aeroportos galegos (de Santiago de Compostela, Corunha e Vigo) permitirá “alcançar a liderança no noroeste peninsular”.

“Lutar contra o Porto”

Para o Governo galego “é imprescindível” conseguir o “máximo entendimento” entre as administrações como meio de conseguir uma “gestão eficaz e integrada dos aeroportos”. Citando o responsável pelo departamento do Meio Ambiente, Território e Infra-Estruturas, Agustín Hernández, o mesmo comunicado aponta uma estratégia integrada, alicerçada na ideia de que a Galiza “dispõe de um grande aeroporto com três terminais que está a movimentar mais de quatro milhões de passageiros ao ano, praticamente o mesmo volume que o Porto”, e “nenhum cidadão galego poderia entender” que a região perdesse a oportunidade de “liderança”.

Contactado pelo GP, Fran Camino, jornalista especializado em temas aeronáuticos para a revista de aviação espanhola Airline92, e também consultor pontual em várias companhias, explica que a intenção é que os três aeroportos actuais se passem a designar com a mesma sigla, GLC.

“A ideia é lutar contra o OPO com um aeroporto único com três terminais, mas também eliminar as disputas entre os três aeroportos [ver página seguinte], e que sintamos que todos os aeroportos são de todos os galegos”, diz.

17 Ago 2009

JFA - Jornal Regional da RTV - 12 de Agosto 2009

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15 Ago 2009

TAP relança importância do aeroporto Francisco Sá Carneiro

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Publicado em 14-08-2009 no Grande Porto

O presidente da TAP disse ontem que “há mercado” para abrir uma rota entre o aeroporto de Pedras Rubras e Angola, mas sem ainda marcar prazos. ”Eu acho que há mercado sim, mas como em tudo nós precisamos primeiro de fixar esse mercado e a partir daí tentar avançar”, disse Fernando Pinto, numa entrevista ao diário i, que será publicada na edição desta sexta-feira.

Sobre a concorrência da Ryanair, que vai abrir uma base no Porto, o presidente da TAP comenta: “Vai atacar a TAP, claro, seria demagogia dizer o contrário, mas nós também temos uma estratégia para o Porto”. Essa estratégia não vai mudar por causa da aposta da Ryanair em pedras Rubras. “Eu aprendi que a estratégia a gente faz a nossa e os outros tentam competir. Se formos ajustar a estratégia pelos outros, é mau. Nós temos estratégia para o Porto e, por exemplo, comprámos a Portugália com o sentido de melhor servir o Porto e isso está funcionando muito bem com melhor oferta dos voos que chegam e partem do Porto”, referiu. No entanto, Fernando Pinto admitiu que “a Ryanair significa mais competição como temos em todo o lado, porque trabalhamos num mercado aberto muito difícil. E por isso eu digo sempre que todos os trabalhadores da TAP têm que pensar sempre no mercado. Por exemplo, quando há greves damos oportunidades a que os nossos clientes optem por outras companhias, e se calhar até gostem”.

A Ryanair vai começar a operar em Outubro um voo directo Porto-Faro, mas o presidente da TAP não se comove com isso e fala da sazonalidade associada ao “low cost”. “O problema da rota Porto-Faro é que é muito de época alta e a Ryanair trabalha muito com o sazonal. O “low cost” veio praticamente substituir o charter que tinha muito essa flexibilidade, acaba a época vai fazer voo para outro lado”.

Mais 46 milhões

Recorde-se que a companhia aérea irlandesa anunciou um reforço de 100 para 146 milhões de euros de investimento na futura base da companhia no Porto - com início de operação agendado para Setembro - em resultado da aquisição por 48,6 milhões de euros de um terceiro avião a sediar no Aeroporto Sá Carneiro.

A partir de 27 de Outubro, a Ryanair lançará duas outras novas rotas para a Alemanha a partir do Porto, para Dusseldorf e Baden Baden. No total, a Ryanair passará a operar 21 rotas no aeroporto do Porto, responsáveis pelo transporte de 1,8 milhões de passageiros/ano.

Lisboa-Porto com novas tarifas

Aquando da compra da Portugália, em Junho, a Autoridade da exigiu o cumprimento de algumas condições, entre as quais abrir a outras companhias as linhas Lisboa-Porto e do continente para o Funchal. A TAP compromete-se a implementar, na rota Lisboa-Porto, cinco novas subclasses tarifárias de classe económica, cujas tarifas são inferiores ao preço da classe económica actual. Para facilitar a entrada de concorrentes, o regulador exige também a celebração de acordos nas rotas Lisboa-Porto, Lisboa-Funchal e Porto-Funchal, que permitam aos passageiros de um novo operador fazer percursos que combinem voos de uma e outra companhias, quer em voos de ida e volta, quer em voos que combinam estas rotas com outras rotas da TAP.

15 Ago 2009

JFA - Jornal Regional da RTV - 5 de Agosto 2009

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30 Jul 2009

Comentário José Ferraz Alves na RTV

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Rede Norte e Tua no Jornal Nacional da RTV.

29 Jul 2009

O turismo no Tua

Posted by vitorsilva. 1 Comment

Publicado em OJE 29-jul-2009

COMO Luísa Schmidt bem diz, enquanto as barragens do Sabor e do Tua darão qualquer coisa entre 0,3 e 0,5% da energia que usamos, a perda em turismo e bem-estar causada pela sua construção será imensa.

Aqueles níveis de produção são fáceis de compensar com micro-geração e mini-hidréletricas como se faz noutros países. Mas estas obras não interessam ao lóbi das construtoras e assim são desprezadas.

A França acaba de proibir a venda de lâmpadas tradicionais de 100 watts ou mais e, até 2011, proibirá todas acima de 15W. Só no desperdício de energia ao produzir aço, cimento e contraplacado por cá, vai 12% do consumo normal.

O movimento Rede Norte, da sociedade civil de vários concelhos liderado por José F. Alves, abraçou esta luta pelo bom senso e pela real democracia. O desmando de Manuel Pinho na Economia e Energia e de Mário Lino nas Obras Públicas e Transportes levou o fiável Tribunal de Contas a condenar adendas a contratos com concessionárias que lhes dão inusitadas vantagens, contra o interesse do cidadão.

Os escândalos arquivados e o abafado caso da senhora que queria depositar 50 mil milhões num balcão de Lisboa, vindos de paraísos fiscais, as Otas, os TGV, os BPP, etc, farão o próximo governo voltar a ouvir o eleitor.

E terá mesmo de o fazer sob pena de chegar a Lisboa a revolução que os jovens dos subúrbios pobres de Paris já começaram e que, como em 1968, ameaça alastrar para a Grécia, Itália e Inglaterra.

O Tua, o Douro e a beleza natural aliadas à tenacidade e seriedade dos nortenhos criarão ambiente para quem investir em turismo no Norte.

Se a linha do Tua fôr até Bragança e Sanábria, se o apoio às PME chegar a quem merece, se as Entidades Regionais de Turismo ouvirem os operadores estrangeiros, criaremos mais vinte mil empregos no interior Norte, em dois anos.

24 Jul 2009

José Ferraz Alves - Comentário RTV - 22 de Julho 2009

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Comentário JFA no Jornal Regional da RTV - Rede Norte, ACdP, Tua e desenvolvimento ferroviário.